Dizem os argumentos do CIP que no dia 26 de abril de 2017, a assembleia da república legalizou as dividas contraídas de forma ilegal pelas empresas proindicus, no valor de 622 milhões e MAM em USD 535 milhões, perfazendo USD 1.157 mil milhões que o estado moçambicano devera pagas como avalista, acrescido de juros.
Ao legalizarem as dividas os deputados da bancada parlamentar do partido frelimo hipotecaram o futuro de Moçambique, porque se pretende usar os lucros provenientes da exploração do gás da bacia do Rovuma para paga-las.



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